Uma sociedade adoecida
Desde o início da semana minha cabeça não para de pensar sobre os 'julgamentos' que vemos constantemente na internet.
Minha intenção era falar sobre a quantidade de pessoas colocando rótulos em outros seres humanos, com análises superficiais de transtornos de personalidade (que psicólogos levam anos estudando e estagiando para 'tentar' entender), e, ai vem os magos da internet dizendo: se você conhece uma pessoa com estas caracterísitcas- e ai ditam 5 ou 6, que qualquer um pode ter- se afaste dessa pessoa, ela é o mal da sua vida...
Nossa... o que Jesus diria disso...
Mas ontem me aconteceu um fato que me fez pensar sobre os julgamentos sobre nós, mulheres. Principalmente as mães solo.
E engraçado que há uma diferença entre a muulher divorciada que tem filho e a que teve filho sem ter sido casada com o Genitor...
Digo isso por experiência, pois, minha irmã não passa por alguns rótulos que eu passo. Apenas pelo fato dela ser divorciada e ela e meu cunhado serem amigos e respeitosos um com o outro.
Sem deixar de considerar o apoio da minha família, sempre criei minha filha sozinha, as bases morais e valores, sempre fui eu que estabeleci. Inclusive uma época genitor foi chamado pela psicóloga por que tentava ensinar à minha filha, o contrário do que eu ensinava e, anti ético.
Nos anos que trabalhei na rua, cansei de chegar em casa e ela estar tormindo, levava 12 horas na rua e chorava por não ver minha filha acordada.
Hoje auto em HomeOffice, que algumas pessoas entendem como : não faz nada....
Hoje trabalho em torno de 10 a 12 horas por dia, a vantagem é acordar minha filha todos os dias com beijos e café na cama e deixar claro para ela, quem é o maior amor da minha vida...
Mas isso, além de olhar deveres de casa, cuidados com a casa, etc, cansa...
E já houve tempo que eu ouvi: você devia ler mais, você lê pouco... Sendo comparada com uma mulher que vivia de pensão sem precisar trabalhar...
Não estou me lamentando, sou Grata, muito Grata por ter o meu trabalho, ser respeitada e ainda ser exemplo pra minha filha.
Ontem passei por uma situação que há tempo atrás me derrubaria, uma pessoa aprontou na porta da minha casa coisas que prefiro não descrever.
Minha intenção era falar sobre a quantidade de pessoas colocando rótulos em outros seres humanos, com análises superficiais de transtornos de personalidade (que psicólogos levam anos estudando e estagiando para 'tentar' entender), e, ai vem os magos da internet dizendo: se você conhece uma pessoa com estas caracterísitcas- e ai ditam 5 ou 6, que qualquer um pode ter- se afaste dessa pessoa, ela é o mal da sua vida...
Nossa... o que Jesus diria disso...
Mas ontem me aconteceu um fato que me fez pensar sobre os julgamentos sobre nós, mulheres. Principalmente as mães solo.
E engraçado que há uma diferença entre a muulher divorciada que tem filho e a que teve filho sem ter sido casada com o Genitor...
Digo isso por experiência, pois, minha irmã não passa por alguns rótulos que eu passo. Apenas pelo fato dela ser divorciada e ela e meu cunhado serem amigos e respeitosos um com o outro.
Sem deixar de considerar o apoio da minha família, sempre criei minha filha sozinha, as bases morais e valores, sempre fui eu que estabeleci. Inclusive uma época genitor foi chamado pela psicóloga por que tentava ensinar à minha filha, o contrário do que eu ensinava e, anti ético.
Nos anos que trabalhei na rua, cansei de chegar em casa e ela estar tormindo, levava 12 horas na rua e chorava por não ver minha filha acordada.
Hoje auto em HomeOffice, que algumas pessoas entendem como : não faz nada....
Hoje trabalho em torno de 10 a 12 horas por dia, a vantagem é acordar minha filha todos os dias com beijos e café na cama e deixar claro para ela, quem é o maior amor da minha vida...
Mas isso, além de olhar deveres de casa, cuidados com a casa, etc, cansa...
E já houve tempo que eu ouvi: você devia ler mais, você lê pouco... Sendo comparada com uma mulher que vivia de pensão sem precisar trabalhar...
Não estou me lamentando, sou Grata, muito Grata por ter o meu trabalho, ser respeitada e ainda ser exemplo pra minha filha.
Ontem passei por uma situação que há tempo atrás me derrubaria, uma pessoa aprontou na porta da minha casa coisas que prefiro não descrever.
A situação ficou bem crítica e, apesar de toda a sensação de impotência de quem viveu uma relação tóxica com um ser maldoso, consegui recuperar a força que sempre existiu dentro de mim e enfrentar a situação.
Ameacei chamar a polícia e, minha filha se mostrou uma menina tão forte e segura de suas opiniões, que fiquei orgulhosa.
Claro que isso gera um desgaste físico.
Mas o que eu quero trazer: eu sou uma pessoa privilegiada.
Eu não não sou a mãe solo que enfrenta um trem lotado às 5hs da manhã e tem que chegar no emprego sorrindo.
Eu sou uma pessoa transparente, com muito diálogo com minha filha mas, o tanto de gente que me ama e me apoia, amigos, família, vizinhos... só tenho a agradecer.
Mas quem tem que seguir no trabalho com a cabeça a mil, enquanto o machismo continua imperando para que nós mulheres passemos por isso impunemente, ´indescritível'.
E para aqueles que me 'julgam' como uma mulher fraca, frágil... calce meus sapatos e depois conversamos...
Tem gente que não sabe nem lidar com seus sentimentos que já treme...
Eu prefiro ser essa pessoa transparente, que chora quando transborda, que chora quando ri de alegria, que vive intensamente seus sentimentos, do que ser como este ser que pra sociedade é simpático e perfeito, quando olha por dentro....
Quando amo, demonstro que amo e ninguém que convive comigo tem dúvidas disso.
Não odeio ninguém.
Pessoas que não gosto deixo claro que quero longe, inclusive este ser...
Então... antes de julgar, rotular pessoas, pensem: será que eu tenho direito de julgar quem eu não sei nada da vida que leva?
E mais: se fossem me julgar? quais rótulos eu teria
Conheço um senhor sisudo que é um amor de pessoa... se eu não fosse curiosa por entender a alma humana, talvez nunca soubesse o quão incrível ele é...
Enfim... julguem menos
Estão espalhando rótulos de narcisistas, psicopatas, entre outras coisas, com roteiro de menos de 10 itens e adoecendo cada vez mais a sociedade...
Ameacei chamar a polícia e, minha filha se mostrou uma menina tão forte e segura de suas opiniões, que fiquei orgulhosa.
Claro que isso gera um desgaste físico.
Mas o que eu quero trazer: eu sou uma pessoa privilegiada.
Eu não não sou a mãe solo que enfrenta um trem lotado às 5hs da manhã e tem que chegar no emprego sorrindo.
Eu sou uma pessoa transparente, com muito diálogo com minha filha mas, o tanto de gente que me ama e me apoia, amigos, família, vizinhos... só tenho a agradecer.
Mas quem tem que seguir no trabalho com a cabeça a mil, enquanto o machismo continua imperando para que nós mulheres passemos por isso impunemente, ´indescritível'.
E para aqueles que me 'julgam' como uma mulher fraca, frágil... calce meus sapatos e depois conversamos...
Tem gente que não sabe nem lidar com seus sentimentos que já treme...
Eu prefiro ser essa pessoa transparente, que chora quando transborda, que chora quando ri de alegria, que vive intensamente seus sentimentos, do que ser como este ser que pra sociedade é simpático e perfeito, quando olha por dentro....
Quando amo, demonstro que amo e ninguém que convive comigo tem dúvidas disso.
Não odeio ninguém.
Pessoas que não gosto deixo claro que quero longe, inclusive este ser...
Então... antes de julgar, rotular pessoas, pensem: será que eu tenho direito de julgar quem eu não sei nada da vida que leva?
E mais: se fossem me julgar? quais rótulos eu teria
Conheço um senhor sisudo que é um amor de pessoa... se eu não fosse curiosa por entender a alma humana, talvez nunca soubesse o quão incrível ele é...
Enfim... julguem menos
Estão espalhando rótulos de narcisistas, psicopatas, entre outras coisas, com roteiro de menos de 10 itens e adoecendo cada vez mais a sociedade...
Ao invés de espalhar rótulos, e se espalhasse mais amor? E se essa pessoa que entrou em alguns dos q0 rótulos for só alguém pedindo ajuda do jeito que sabe?
Enfim... foi um posto desabafo mas necessário!
Enfim... foi um posto desabafo mas necessário!

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