✨✨✨ Que tipo de legado quero deixar? ✨✨✨
Qual contribuição quero deixar por onde passo?
Uma pergunta semelhante a essa foi feita em um encontro espírita… e fiquei refletindo muito sobre isso.
Na hora, me veio à mente somente a empatia (até exagerada) que eu costumo ter e o carinho natural que sinto pela maioria das pessoas.
Porém, hoje fiquei refletindo sobre um amigo querido, um ex-chefe. Ele sempre disse que sou uma pessoa muito transparente e verdadeira para assumir cargos de liderança em empresas, pois isso exige fazer uma certa política — algo que eu não sei fazer.
E então percebi que tenho quase um vício de focar somente no potencial bom das pessoas. Mesmo em quem não gosto, consigo enxergar o que há de bom.
E, como sou uma pessoa muito impulsionada a colocar verdade e autenticidade em todas as minhas ações, fico muito triste quando vejo um grande potencial sendo desperdiçado.
É como aquele conto da pessoa que foi jogando pedrinhas pelo chão para marcar o caminho e não percebeu que estava jogando diamantes fora.
E, de verdade, talvez — só talvez —, se as pessoas tivessem menos medo de suas vulnerabilidades, perceberiam o quanto jogam fora os diamantes que Deus colocou dentro delas.
Isso é até engraçado, de certa forma, pois sou uma pessoa medrosa para muitas coisas, mas não para buscar respostas sobre minhas emoções e sentimentos.
Quando algo me incomoda em mim, preciso de respostas — e vou até o fim para encontrá-las.
E é só assim que nós, seres humanos, conseguiremos evoluir de verdade. Cada um colocando luz em seus medos, inseguranças e dores.
E cada pessoa que consegue melhorar 1% a si mesma impacta diretamente o seu ambiente. E isso vira um efeito borboleta.
A frase “somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos”, popularizada pelo autor e palestrante motivacional Jim Rohn, sugere que nosso ambiente, hábitos, pensamentos e resultados são fortemente influenciados pelas pessoas próximas. Essa convivência molda valores e atitudes, tornando essencial escolher bem quem nos cerca para crescimento pessoal.
Essa frase nos remete a duas perguntas:
Quais pessoas escolho ter ao meu redor?
E que tipo de impacto causo nos ambientes, hábitos e pensamentos das pessoas ao meu redor?
Seria muito bom que todos conseguíssemos atingir o máximo potencial que Deus colocou em cada um de nós.
A busca precisa ser constante.
E o mais interessante é que, quando estamos em períodos de baixa credibilidade em nós mesmos, o Pai coloca pessoas ao nosso redor que enxergam em nós o que ainda não conseguimos ver.
E assim vamos escolhendo somar, sermos neutros ou subtrair nos locais em que convivemos .
E este é um bom motivo para tentarmos não andar distraídos pela vida, para que essa escolha do impacto que causamos seja consciente.
Precisamos aprender a ser seres mais consistentes. Sem nos diminuirmos para caber em lugares ou regras sociais, precisamos nos elevar pouco a pouco, a cada dia, para fazer do nosso entorno — e do mundo — lugares melhores e mais cheios de luz.
Todos nós carregamos a Luz do Pai em nossos corações. Que tenhamos a coragem de deixá-la brilhar.

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